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sábado, 15 de junho de 2013

Exemplos das diferenças entre escrita e fala (fonema e fonética)

Assim como eu, acredito que muitas pessoas pesquisam exemplos da diferença entre a fala e a escrita
nos vídeos:
https://www.youtube.com/watch?v=XOzoVHyiDew
https://www.youtube.com/watch?v=6s7uqqXN1hc
https://www.youtube.com/watch?v=6y9xK-9bbcw
https://www.youtube.com/watch?v=UqSfGyR1ERA

vocês poderam entender um pouco mais sobre está diferença. Mas estive fazendo um trabalho sobre esta temática e achei muito díficil encontrar exemplos de palavras que contenham esta diferença, pensei então nas pessoas que tem a mesma dificuldade que eu, por isso coloquei a disposição de quem precisar alguns poucos exemplos que logo mais pretendo aumentar a quantidade.

sábado, 1 de junho de 2013

ARTES.....

ARTE
Arte (do latim ars, significando técnica e/ou habilidade) geralmente é entendida como a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética ou comunicativa, realizada a partir da percepção, das emoções e das ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias da consciência e dando um significado único e diferente para cada obra. A arte se vale para isso de uma grande variedade de meios e materiais, como a arquitetura, a escultura, a pintura, a escrita, a música, a dança, a fotografia, o teatro e o cinema.
Considera-se que no início da civilização a arte teria principalmente funções mágicas e rituais, mas ao longo dos séculos e das diferentes culturas tanto conceito como função mudaram de maneira importante, adquirindo componentes estéticos, sociológicos, lúdicos, religiosos, morais, experimentais, pedagógicos, mercantis, psicológicos, políticos e ornamentais, entre outros. O conceito de arte continua hoje em dia objeto de grandes debates, e permanece, a rigor, indefinido. A palavra também é usada para designar simplesmente uma habilidade ou talento especial, como a "arte médica", a "arte da pesca", etc, mas na bibliografia especializada designa geralmente atividades que têm características criativas e estéticas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte
          
                 Existem diversas formas de arte, por exemplo: pintura, escultura, música, teatro, filme, dança, etc.. Dentro das aulas podemos trabalhar com cada uma, não nos prendendo a disciplina específica de artes. Podemos ensinar Português e até Matemática com música, tornando o aprendizado mais interessante para os alunos.






Trabalhando com charges e quadrinhos

Charges/Quadrinhos

CHARGES

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Charge de Honoré Daumier, "Gargantua", litografia, 1831. Por causa dessa charge, do Rei da França como Gargantua, Daumier ficou preso seis meses no Ste Pelagic em 1832
Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com um ou mais personagens envolvidos. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco. Muito utilizadas em críticas políticas no Brasil. Apesar de ser confundido com cartoon (ou cartum), que é uma palavra de origem inglesa, ao contrário da charge, que sempre é uma crítica contundente ligada à temporalidade, o cartoon retrata situações mais corriqueiras do dia-a-dia da sociedade1. Mais do que um simples desenho, a charge é uma crítica político-social onde o artista expressa graficamente sua visão sobre determinadas situações cotidianas através do humor e da sátira. Para entender uma charge, não é preciso ser necessariamente uma pessoa culta, basta estar por dentro do que acontece ao seu redor. A charge tem um alcance maior do que um editorial, por exemplo, por isso a charge, como desenho crítico, é temida pelos poderosos. Não é à toa que quando se estabelece censura em algum país, a charge é o primeiro alvo dos censores infra.
 O termo charge vem do francês charger que significa carga, exagero ou, até mesmo ataque violento (carga de cavalaria). Isto significa aqui uma representação pictográfica de caráter, como diz no primeiro parágrafo, burlesco e de caricaturas. É um cartum que satiriza um certo fato, como ideia, acontecimento, situação ou pessoa, envolvendo principalmente casos de caráter político que seja de conhecimento do público.

As charges foram criadas no princípio do século XIX (dezenove), por pessoas opostas a governos ou críticos políticos que queriam se expressar de forma jamais apresentada, inusitada. Foram reprimidos por governos (principalmente impérios), porém ganharam grande popularidade com a população, fato que acarretou sua existência até os tempos de hoje.

Tipos de Charges:
O discurso chargístico, Linguagem visual, O exagero, O ridículo, Ruptura discursiva, Polifonia, Intertextualidade.

O discurso chargístico
As charges recorrem a variadas estratégias de discurso para produzir os efeitos cômicos e reflexivos a que se propõem. Na maioria dos casos, apenas algumas técnicas são empregadas em uma mesma produção, mas certos elementos mostram-se frequentes ou mesmo essenciais e, por vezes, aparecem juntos.

Linguagem visual  
O elemento visual é característica presente em toda e qualquer charge. As codificações visuais proporcionam maior compreensão da crítica que o chargista pretende passar. É claro que, na maioria das vezes, às imagens se alia a linguagem verbal para enriquecer o discurso elaborado.

O exagero
 Grande parte das charges trabalha com a questão do exagero. Exagerando, o chargista consegue dar ênfase maior ao que está tentando dizer ao evidenciar aspectos marcantes do que a obra se propõe a retratar. São distorções que distanciam o desenho da realidade, mas aproximam-no da verdade. Ao mesmo tempo, os exageros são responsáveis por enaltecer o caráter cômico das charges e provocar o riso dos leitores.

O ridículo  
O homem ri do ridículo humano, daquilo que foge à normalidade das ações dos homens, ao cotidiano. As charges procuram expor figuras públicas a situações ridículas ou a mostrar de forma não convencional temas normalmente tratados com maior seriedade, suscitando assim o riso.

Ruptura discursiva  
Um final inesperado é um fator muito usado em charges para provocar o efeito de comicidade. Trata-se de uma ruptura do discurso construído. O riso está associado a essa súbita quebra de lógica que surpreende o leitor. A surpresa é um fator imprescindível nesse caso, e uma virtude do bom chargista é saber escondê-la sutilmente do leitor para revelá-la somente no momento certo.

Polifonia
 Vemos em várias charges enunciadores diferentes, cujos discursos dialogam para produzir o sentido que o autor pretende passar aos leitores. Essa polifonia pode ser aplicada de variadas maneiras: dois personagens; um personagem e um texto explicativo que contextualize a situação; etc. [5].

Intertextualidade  
Uma charge nunca será autoexplicativa. O discurso chargístico está associado a outros textos, a acontecimentos que o contextualizam com determinada situação da sociedade. Muitas charges dialogam com notícias e editoriais do próprio jornal em que foram publicadas. Essa intertextualidade é utilizada pelo chargista geralmente de forma implícita, o que exige do leitor um conhecimento prévio deles para que possa entender a charge.






Quadrinhos
Banda desenhada- Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Banda desenhada, BD, história aos quadradinhos (português europeu) ou história em quadrinhos, quadrinhos, gibi, HQ, revistinha2 (português brasileiro) é uma forma de arte que conjuga texto e imagens com o objetivo de narrar histórias dos mais variados géneros e estilos. São, em geral, publicadas no formato de revistas, livros ou em tiras publicadas em revistas e jornais. Também é conhecida por arte sequencial e narrativa figurada.
 A banda desenhada é chamada de "Nona Arte" dando sequência à classificação de Ricciotto Canudo. O termo "arte sequencial" (traduzido do original sequential art.), criado pelo desenhista Will Eisner com o fim de definir "o arranjo de fotos ou imagens e palavras para narrar uma história ou dramatizar uma ideia", é comumente utilizado para definir a linguagem usada nesta forma de representação, sendo, no entanto, um termo mais abrangente já que uma fotonovela e um infográfico jornalístico também podem ser considerados formas de arte sequencial.






Por Edna Aparecida Silva

Jogos - para aulas lúdicas

Jogos Diversos
Jogo da Velha - Aula de Geografia
Ano: 5º Ano
Objetivo: proporcionar aos alunos de forma dinâmica e lúdica revisão do conteúdo sobre os tipos de clima do Brasil.
Materiais necessários: Nove diferentes cores de papel cartão ou papel de sua preferência, tesoura, cola, régua, base de papelão.
             Passo a Passo: Medir a base de papelão 35 x 38 cm, a seguir encapá-lo com papel dobradura marrom.
    Medir os papéis coloridos 10 cm x 10 cm, recortá-los totalizando-os 9 (Nove), pois cada cor é referente a uma pergunta. Em seguida colá-los na base do papelão. Fazer um molde do X e do 0 ), que simbolizará cada jogador. Formular 9 perguntas referentes ao tema da revisão da aula: Tipos de clima do Brasil.

Regra: inicialmente forma-se as equipes, a equipe do X e a equipe do 0. A equipe que iniciar o jogo, deve escolher o quadra do que deseja marcar o seu símbolo, e então o controlador do jogo deve fazer a pergunta correspondente a cor do quadrado, caso a equipe acerte o símbolo é marcado, porém se a equipe errar, passará sua vez á outra equipe, sem obter pontuação. Se nenhuma das duas equipes acertarem uma sequência de três símbolos, ganha o jogo.

Filmes que podem auxíliar nas aulas de geografia e história

Sugestão de filmes para auxiliar o aprendizado em 
Geografia e História

                              A Vida é Bela, 
Os Donos da Rua,


A era do gelo,


 Diamante de Sangue,
Adeus Lenin, 


Ilha das Flores,


Kosovo,


O Pianista,


Olga, 


 A Lista de Schindler,
.

Leitura e análises de mapas

Leitura e análises de mapas:

Objetivo: identificar elementos em uma foto ou imagem de um lugar conhecido

Tipos de mapas:

Mapa Geomorfológico, Mapa Político, Mapa Climático, Mapa Hidrográfico, MapaBiogeográfico, Mapa Econômico, Mapa Demográfico, Mapa Histórico, Mapa Rodoviário, Mapa Mundi.

Exemplos de mapas
 
mapa rodoviario

mapa demografico

mapa mundi

mapa político

mapa hidrografíco

mapa hidrografíco

mapa climático

mapa político

mapa econômico

mapa mundi

mapa climático

mapa econômico

mapa histórico

mapa demografico

mapa político


mapa histórico

mapa economico

mapa geomorfológico

mapa climático



Projeto Feira de Ciências sobre a água

Feira de Ciência
Projeto Feira de Ciências sobre água

Anos - 3º ao 5º- Ensino Fundamental 1
Tempo estimado - Dois meses
Objetivos
- Reconhecer características da água.
- Associar o uso da água a algumas de suas características.
- Perceber a interferência do homem no meio ambiente.
Conteúdos
- Características e propriedades da água.
- Distribuição da água no planeta.
- Utilização da água pelo homem.


Material necessário
Água, copo de papel, folha de papel, vela, fósforo, recipiente plástico, giz, suco em pó ou corante, garrafa PET, açúcar, sal e detergente.
Flexibilização
Para trabalhar esta sequência com alunos com deficiência auditiva (com compreensão inicial de Libras e em processo de alfabetização), na primeira etapa, oriente-os individualmente, explicando em detalhes como será cada etapa da atividade. Ao falar para o grupo, dirija-se ao aluno com deficiência e estimule sua leitura orofacial.
Na segunda etapa, amplie o repertório do aluno sobre o tema, encaminhando leituras e atividades junto ao AEE ou como lição de casa.
Na terceira etapa, estimule a participação do aluno com deficiência fazendo perguntas dirigidas apenas a ele e peça que socialize suas ideias com o grupo.
Na avaliação, combine antecipadamente com o aluno como será sua participação na Feira de Ciências. Caso sua comunicação com o público seja limitada, ele pode se sentir mais representado pelos registros em cartazes ou vídeos feitos com o grupo.
Desenvolvimento
1ª etapa
Informe aos alunos que eles farão um trabalho para ser apresentado numa feira de Ciências sobre o tema "Água". Divida a turma em grupos com, no máximo, cinco integrantes, e avise que todos estudarão vários aspectos ligados ao assunto. É importante lembrá-los de que o evento será investigativo. Caberá aos estudantes envolvidos no projeto, portanto, fazer a mediação com os visitantes da feira durante o processo de construção de alguns conhecimentos.
2ª etapa
Para dar início à preparação da feira, deixe que os alunos observem você colocar um pedaço de papel na chama de uma vela para que ele pegue fogo. Em seguida, trabalhe as seguintes questões: 1) Por que, ao ser posto no fogo por alguns instantes, um copo de papel com água não pega fogo? A água do copo esquenta? Você pode fazer uma demonstração dobrando uma folha de papel em forma de cone e colocando dentro dele um pouco de água. Depois, aproxime-o da chama da vela. As crianças perceberão que, dessa vez, o papel não pega fogo, pois a água é capaz de absorver a maior parte do calor. Peça sugestões de outros casos em que a capacidade térmica da água seja evidenciada.
 Exemplo: 1) quando entramos no mar ou em uma piscina à noite e sentimos que a água está quente (essa sensação se deve justamente ao fato de a água ter passado o dia inteiro absorvendo calor); 2) Por que a água é considerada um solvente universal? Os estudantes podem fazer misturas de água com sal, açúcar e detergente para notar que todas essas substâncias se dissolvem; 3) Por que, quando molhamos a barra da calça na chuva, ela acaba ficando úmida até quase a altura dos joelhos? Para explicar esse fenômeno, chamado capilaridade, proponha experimentos como os seguintes: em um recipiente, coloque um pouco de água e adicione corante ou suco em pó. Depois, peça que os alunos mergulhem a ponta de um giz branco no líquido. Eles verão que a parte colorida "subirá" além do ponto em que o giz foi mergulhado. O mesmo pode ser observado ao mergulhar em um recipiente a ponta de uma toalha de banho; 4) Por que alguns insetos são capazes de "andar" na superfície da água? Esse é o gancho para abordar outra propriedade importante da água: a tensão superficial. Faça uma investigação sobre o tema com a turma; 5) A água disponível na natureza vai acabar um dia? Para discutir o assunto, leve para a sala uma garrafa PET e monte um modelo de escala da água do planeta. Se toda ela coubesse numa garrafa de 2 litros, quanto desse total seria doce? Resposta: apenas três ou quatro colheres de sopa. Quanto dessa água doce está em forma líquida e disponível para consumo? Resposta: aproximadamente três gotas. Durante a atividade, faça perguntas sobre a utilização desse recurso natural pelo homem e as possíveis consequências do uso inconsciente.
3ª etapa
É hora de a garotada elaborar a problematização que será desenvolvida junto aos visitantes da feira de Ciências. Explique que ela deve estar relacionada aos seguintes conteúdos: 1) Características e propriedades da água; 2) Distribuição da água no planeta; 3) Utilização da água pelo homem. Garanta que, durante as aulas, os estudantes tenham contato com esses conteúdos. É fundamental que eles pesquisem, façam experimentos e escrevam sobre os três temas.
4ª etapa
Explique à turma que a feira de Ciências que vocês pretendem organizar só será investigativa se os visitantes participarem das atividades. Dê alguns exemplos de como isso pode ser conseguido. Uma estratégia é propor aos estudantes que trabalhem em grupo para solucionar um problema, deixando claro que os questionamentos apresentados por você durante as aulas de preparação para a feira podem ser repetidos com os visitantes. Avise que você estará por perto o tempo todo para ajudar. Produto final Feira de Ciências.
Avaliação
Avalie a participação de cada aluno e verifique se os objetivos de aprendizagem foram atingidos. Uma breve apresentação do trabalho em sala de aula, antes da feira, pode ser um bom momento de avaliação.
Fundação Victor Civita © 2013 - Todos os direitos reservados.



Projeto institucional: formação de professores leitores

Objetivos
- Gerais: Incentivar a comunidade escolar a ler livros literários.
- Para a direção: Criar condições institucionais de fomento à leitura para os professores e equipe de funcionários
- Para coordenação pedagógica: Despertar ou incentivar a leitura de livros de literatura pelo professor de modo a contribuir para sua formação pessoal bem como para sua prática de ensino.
- Para os professores: Ampliar o repertório de histórias e autores conhecidos ao participar de situações que envolvam diferentes práticas de leitura (roda de leitores, ouvir histórias lidas pelo coordenador, troca de indicações...).

Conteúdos de Gestão Escolar
- Administrativa, fluxo de aquisição, empréstimo, troca e reaproveitamento de livros e outros materiais de leitura
- Pedagógicas Estratégias para a formação do professor como leitor literário durante e após os encontros de formação continuada.
- Espaço Organização da biblioteca, salas de leitura, murais e demais ambientes dedicados a ler ou divulgar a Literatura.
- Equipe A formação dos professores como leitores literários
Tempo estimado
O ano todo.

Material necessário
Livros de literatura, mural, questionário para diagnóstico, textos literários impressos, barbante, pregador de roupas, jornais, revistas.

Desenvolvimento
1ª etapa - Levantamento de informações e do acervo literário da escola
Faça uma pesquisa por meio de um questionário com os professores sobre os livros lidos ultimamente a fim de conhecer os hábitos e as preferências em relação a gêneros, autores, temas...
O questionário deve ser respondido individualmente pela equipe de professores com questões como: Quantos livros você lê por mês? Qual tipo de livro você gosta ou costuma ler? Qual seu autor preferido? De que forma tem acesso aos livros? Quais são os motivos que o impedem de ler? Costuma ir a livrarias ou sebos ou bibliotecas? É associado de alguma biblioteca? Tabule o resultado para depois apresentar à equipe.
Faça um levantamento do acervo literário que a escola dispõe, assim como de locais de acesso a livros próximos a instituição como: biblioteca, sebos, livrarias, sites.
2ª etapa - Compartilhar informações e discutir com a equipe algumas propostas para serem realizadas ao longo do ano
Compartilhe com a equipe de professores os resultados obtidos na avaliação inicial sobre hábitos de leitura assim como o objetivo deste projeto.
Informe ao grupo algumas ações que farão parte dos HTPCs durante o ano de modo a contribuir para a ampliação de repertório leitor assim como a proposta em realizar ao final do projeto um encontro literário entre os professores da escola, e professores de escola próxima. Caso haja espaço a equipe gestora pode convidar alunos e pais para assistir ao encontro.

3ª etapa - Realizar leitura em voz alta no início do HTPC
Leitura em voz alta pelo coordenador: Ler em voz alta um texto literário que deseja compartilhar, que pode ser conto, poesia, crônica entre outros que deverá ser selecionado e preparado antes do HTPC. A escolha do texto não precisa ser feita em função do conteúdo principal ou do tema da reunião, pois o propósito dessa leitura inicial é ampliar o repertório leitor dos adultos e criar hábitos de apreciação de textos. Explicite alguns comportamentos leitores Antes da leitura: compartilhar informações sobre o autor, sobre contexto de produção da obra, dar informações significativas que contribuam para o envolvimento e compreensão do texto. Compartilhe o motivo pelo qual você selecionou esse texto.
Durante a leitura: cuidar da entonação, do ritmo, das pausas da leitura. Depois da leitura: incentivar os professores a: conversar, comentar, dar sua opinião sobre o que foi lido.
Essa atividade deverá ser permanente ao longo do ano.
4ª etapa - Rodas de leitura
Roda de leitura: peça aos professores que tragam para o HTPC um livro (gênero literário que tenham lido e que possa ser emprestado a outros do grupo). Pedir para selecionarem um pequeno trecho como o desfecho ou o cenário, descrição de uma personagem, uma frase impactante do livro que trouxe ou alguma informação relevante sobre o autor para compartilhar no momento da roda de leitura.
Faça uma roda para vivenciarem e explicitarem diferentes comportamentos leitores como: conversar, trocar impressões, fazer indicações sobre os livros trazidos e leitura realizadas.
Incentive o empréstimo entre a equipe. É importante programar ao longo do ano algumas rodas de leitura que podem ser definidas por temas, finais empolgantes, autores preferidos de modo a incentivar a leitura e o desenvolvimento de comportamentos leitores entre os professores.
5ª etapa - Encontro literário
Organizar uma reunião com a equipe e os professores de uma escola vizinha a fim de realizar um encontro literário. Para este dia os professores poderão se inscrever (individualmente, duplas ou trios) para realizar leitura em voz alta, declamar poesias, ou ainda fazer indicações literárias. Este será certamente um ótimo momento para a sua equipe compartilhar o que pode aprender ao longo do projeto assim como incentivar outros professores a mergulharem no universo da literatura.
Outras ações que podem acontecer paralelamente durante o ano:
- Agenda cultural: Compartilhar dicas culturais para os professores como: a programação da cidade ou de municípios vizinhos, a fim de trocar informações que podem contribuir para a informação e o enriquecimento cultural do grupo. Uma indicação de leitura, filme, ou site que venha a alimentá-los culturalmente também é pertinente.
- Organizar um passeio com a equipe de professores a uma livraria, editora, biblioteca ou museu.
- Realizar um HTPC na biblioteca do município ou entorno e propor que cada professor se associe e retire um livro para ler.
- Realizar campanha para ampliar o acervo de livros literários da escola a partir de doações, compras e incentivar o empréstimo para os professores...
- Organizar na sala de professores uma vez por semana o café literário. Expor no mural da sala alguns textos literários que você encontra disponível em diferentes sites especializados caso não tenha mural você pode fazer um varal e pendurar com pregador estes textos de diferentes gêneros que além dos professores estarão também disponíveis para os funcionários.
- Mural de indicações literárias para professores, funcionários e comunidade.

Avaliação e manutenção do projeto
Retome os objetivos do projeto, refaça o questionário inicial a fim de comparar os dados obtidos no diagnóstico e avaliar se houve mudanças de atitudes em relação aos hábitos leitores assim como se ampliaram e diversificaram as leituras realizadas.
Avalie também o envolvimento da equipe e se os professores levaram para a sala de aula algumas das práticas vivenciadas durante o projeto como a realização de rodas de leitura, a leitura em voz alta, se expressam intencionalmente comportamentos leitores às crianças com frequência: fazem apreciações sobre livros, releem trechos de interesse ou de difícil compreensão, se remetem ao índice para localizar um item específico, etc.
Este projeto foi pensado inicialmente para os professores, mas pode ser ampliado para os funcionários e comunidade.

Consultoria Renata Frauendorf- Coord. Ped. do Instituto Avisa lá, em São Paulo.
Publicado em NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR, Edição 009, Agosto/Setembro 2010.
Projeto institucional: formação de professores leitores

O Sarau

SARAU
Um sarau (do latim seranus, através do galego serao) é um evento cultural ou musical realizado geralmente em casa particular onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Um sarau pode envolver dança, poesia, leitura de livros, música acústica e também outras formas de arte como [[pintura], teatro e comidas típicas. Evento bastante comum no século XIX que vem sendo redescoberto por seu caráter de inovação, descontração e satisfação. Consiste em uma reunião festiva que ocorre à tarde ou no início da noite1 , apresentando concertos musicais, serestas, cantos e apresentações solo, demonstrações, interpretações ou performances artísticas e literárias. Vem ganhando vulto por meio das promoções dos grêmios estudantis e escolas.








Objetivos e incentivos do Sarau para o ensino eficaz
O sarau possui técnicas visuais, poesia, música, teatro, que desperta no educando, envolvendo-o no fascínio da descoberta.
Podemos utilizá-lo para muitos fins, com a única finalidade de encantar e cantar, cabe ao professor saber o melhor tempo e como aproveitar esta técnica em sala de aula.


Por Edna Aparecida Silva